Efisica

A polarização da Onda Eletromagnética

1: Polarização Linear

2: Polarização elíptica

3: Polarização circular

4: Lâminas de Quarto de Onda e Meia onda

Como rodar a polarização por meio de um cristal birrefringente.

5: Obtenção de luz linearmente polarizada

Existe uma variedade de maneiras de se obter luz linearmente polarizada. Vamos sumarizar algumas delas.

6: Equação de Fresnel

Neste secção detalhamos um pouco mais o que acontece com a radiação eletromagnética quando incide num meio com índice de refração diferente daquela na qual ela se propaga. Em particular queremos analisar os ângulos de reflexão e refração e as amplitudes dos campos elétricos transmitido e refletido.

7: Polarização por reflexão total interna

8: Matrizes de Jones

9: Atividade óptica

Atividade óptica é a propriedade que certos materiais possuem de rodar o plano de polarização de um feixe de luz linearmente polarizada.

10: Efeito Faraday

Certos meios isotrópicos podem ter uma atividade óptica induzida pela aplicação de um campo magnético uniforme na direção de propagação da luz. Esta propriedade é conhecida como efeito Faraday.

11: Isoladores ópticos

Um diodo óptico, ou isolador óptico, permite a passagem de luz num sentido, mas impede a passagem no sentido inverso. Este isolador é baseado no efeito Faraday, que descrevemos na seção anterior.

12: Efeito Pockels

Certos cristais uniaxiais podem ter uma anisotropia induzida pela aplicação do campo elétrico externo, sendo que este pode ser aplicado na direção de propagação da luz (efeito Pockels longitudinal) ou perpendicular a ela (efeito Pockels transversal).

13: Efeito Kerr e Cotton-Mouton

Em meios ópticos isotrópicos tais como líquidos e cristais de simetria cúbica, o efeito Pockels não existe. Entretanto, para campos elétricos intensos pode existir uma birrefringência induzida pelo alinhamento das moléculas do meio. A substância neste caso comporta-se opticamente como se fosse um cristal uniaxial no qual o campo elétrico define o eixo óptico. Este efeito foi descoberto em 1875 por J. Kerr e é chamado de efeito Kerr.

14: Chaveamento eletro-óptico

A cela de Kerr pode ser usada como modulador ou chave eletro-óptica rápida, ou seja, aplicando-se pulsos elétricos nos eletrodos, a transmissão óptica do sistema também será pulsada. Assim, este dispositivo pode ser usado, por exemplo, como um chopper rápido (f ~ MHz) para vários tipos de experimentos. A chave eletro-óptica mais comumente utilizada, no entanto, é aquela baseada no efeito Pockels.

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