Efisica

Introdução

 


O prisma óptico se constitui num dispositivo simples e que encontra um número muito grande de aplicações em sistemas ópticos. Trata-se de um arranjo no qual dois dioptros planos são associados de tal forma que as superfícies planas não são dispostas paralelamente entre si formando um ângulo diferente de zero. As superfícies dioptricas e se constituem nas faces do prisma.

A intersecção das duas faces do prisma é a aresta do mesmo. O ângulo de refringência do prisma é o ângulo entre as duas faces polidas do mesmo (ângulo \alpha ).

Define-se ainda a seção principal da prisma como a seção por um plano perpendicular às suas faces.

Às vezes, uma face do prisma não é polida e não pode ser utilizada como superficie ótica. Seria a superfície utilizada para apoio indicada por S3 na figura acima.

Ao incidir sobre uma das faces do prisma, a luz constituída de um só comprimento de onda segue um trajeto análogo àquele mostrado na figura acima. Na primeira face a luz experimenta uma refração. A relação entre os ângulos de incidência ( i_1) e refração ( r_1) nessa primeira face é dada pela Lei de Snell-Descartes


				n_1\mathrm{sen} i_1 = n_2 \mathrm{sen} r_1 .

Na face dois a luz experimenta outra refração e a relação entre o novo ângulo de incidência ( ) e o novo ângulo de refração será


				n_2\mathrm{sen}i_2 = n_1 \mathrm{sen}r_2 .

A partir do triângulo , mostrado na figura abaixo, podemos agora notar que o ângulo é a soma dos ângulos e . Pois,

 


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